Fatalidade (I)

Estou sem voz há três dias. Acordei e estava muda sem nenhuma razão aparente. Temo que fique assim permanentemente. Talvez almeje por isso. Ou essa seja minha chance  de virar prodígio.

Pretendo lançar meus romances engavetados usando o mistério para me promover.

Nos jornais: “Autora que não tinha voz deu ao mundo o que falar”

Autor: Dindi Coelho

No mistakes just pancakes

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