Fatalidade (II)

Dos muitos mundos que a gente não pode ver, dos tempos que se passaram e passarão, em algum lugar oposto a isso aqui, existe uma outra eu que se dedica somente a deixar bagunças e easter eggs bizarros pra eu resolver nessa vida. E em algum outro universo paralelo, existe mais uma eu rindo de tudo isso com um óculos 3D.

Fatalidade (I)

Estou sem voz há três dias. Acordei e estava muda sem nenhuma razão aparente. Temo que fique assim permanentemente. Talvez almeje por isso. Ou essa seja minha chance  de virar prodígio.

Pretendo lançar meus romances engavetados usando o mistério para me promover.

Nos jornais: “Autora que não tinha voz deu ao mundo o que falar”